EDITORIAL 2011 abre a nova década

01-01-2011 15:57

Chegou 2011. Aparentemente um ano quebrado, sem maior simbolismo numérico, 2011 será um período básico por uma série de fatores. O primeiro é que inicia a segunda década do século 21. Para o Brasil, será o primeiro ano da primeira mulher presidente da República, Dilma Rousseff, como também abre uma espécie de contagem regressiva para a Copa do Mundo no país em 2014 e as Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016. Para o Maranhão, o ano será o primeiro do último mandato da governadora Roseana Sarney, que assumiu com os maranhenses o compromisso de realizar o melhor governo da sua vida.

O novo ano, que inaugura a nova década, encontra um Brasil embalado pelo crescimento, pela redução da pobreza, pela geração de 15 milhões de empregos e movido pelo otimismo e pela crença no futuro alcançados nos oito anos do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, considerado um dos melhores da história. Lula tirou o Brasil de uma situação de emergente tímido e o colocou na liderança desse conjunto de países que já estão saindo do Terceiro Mundo, podem ser enquadrados num “Segundo Mundo” e com disposição de brigar intensamente para chegar ao Primeiro Mundo.

O que a presidente Dilma Rousseff vai assumir é um país com crescimento econômico firme, uma distribuição de renda que se tornou referência para o resto do mundo, uma posição internacional surpreendentemente forte e um dos responsáveis pela transformação do G 10, fórum que reunia os 10 países mais ricos do Mundo em G 20, do qual participa com destaque e com um exemplo de democracia com crescimento econômico e redução das desigualdades sociais.

Apesar de todos os avanços, muitos são os desafios que aguardam a presidente Dilma Rousseff. A maior vantagem, além da sua competência, é que ela foi um dos construtores do Brasil atual, sabe onde estão os problemas a serem atacados e, tudo indica, está preparada para enfrentá-los e sabe o que fazer para superá-los. Os brasileiros torcem por isso e estão dispostos a fazer a sua parte.

2011 encontra um Maranhão diferente do estado pobre e sem perspectiva no qual fora transformados na maior parte da década encerrada ontem. O Maranhão de agora é o que será grande produtor de gás, o que terá uma refinaria de petróleo, o que exibe bons resultados na educação, o que decidiu enfrentar as deficiências na área de saúde e está construindo 72 hospitais nos mais diversos pontos do seu território. É o Maranhão cujo potencial turístico ganha projeção internacional e cuja capital, São Luís, já Patrimônio Cultural da Humanidade, completará 400 anos. Enfim, um Maranhão diferente, entusiasmado, que, comandado pela governadora Roseana Sarney, aposta alto no futuro.

Que 2011 seja um tão bom, ou melhor, que foi 2010.

(O ESTADO DO MARANHÃO;ED: 17672; PRIMERO CADERNO; OPINIÃO; EDITORIAL)

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